Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

PIB cresceu 1,6% entre junho e agosto

O veículo de comunicação estatal EBC informa, através de artigo publicado no site Agência Brasil, que o PIB brasileiro cresceu cerca de 1,6% entre os meses de junho e agosto, em comparação com a expansão da economia entre março e maio. O dado foi compilado pela Fundação Getúlio Vargas, através do Monitor do PIB, conforme a reportagem.

O texto ressalta que os setores agrícola, industrial e de serviços tiveram papel importante no crescimento do PIB no trimestre. A agência também informa, em outra matéria, que o mês de setembro registrou crescimento expressivo no número de postos de trabalho, em consequência da melhoria na indústria e no segmento de serviços.

A reportagem destaca que as indústrias de transformação e construção tiveram papel importante na tendência de aumento do PIB. Os serviços de transportes e comércio também registraram aquecimento expressivo.

Mais sobre o tema - previsão sobre possibilidade de crescimento do PIB ao longo de 2018, disponibilizada no canal Santander Brasil, do Youtube

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Pesquisa da FGV sugere retomada do crescimento econômico

De acordo com notícia disponibilizada hoje pelo veículo de comunicação EBC, a economia brasileira dá sinais de recuperação - o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, compilado pela FGV, teve melhoria de dezembro para fevereiro, e acompanha o crescimento de outros indicadores, incluindo o Ibovespa.

Ainda conforme o artigo da EBC, o Ibovespa, no mesmo período, apresentou alta de 11,1%. Esse indicador é o mais importante para averiguação do desempenho médio das cotações das ações vendidas na Bolsa de Valores de São Paulo, e indica aquecimento da economia, bem como sugere confiança dos investidores na performance das empresas que atuam no Brasil.

A EBC acrescenta que, também entre dezembro e fevereiro, houve aumento de 0,2% no Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE). A melhora reforçaria o entendimento de que o país está em recuperação econômica, já que o ICCE inclui, entre outras, informações sobre a produção industrial, vendas no varejo, renda dos assalariados e consumo de energia elétrica.

Mais sobre o tema - reportagem da TV Senado sobre expectativas de recuperação econômica para o Brasil, em 2018:

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Balança comercial tem melhor resultado em 12 anos

De acordo com notícia publicada ontem, dia primeiro, pela agência de notícias EBC, o Brasil teve, em janeiro, o maior saldo para o mês nos últimos 12 anos.O desempenho das exportações brasileiras foi influenciado pelos embarques de grãos e aviões, conforme o veículo de comunicação.
Imagem: Correio do Nordeste

A EBC informa que as exportações brasileiras totalizaram 16,968 bilhões de dólares - número que expressa alta de 13,8% sobre o mesmo mês, no ano de 2017. O portal acrescenta que as vendas externas tiveram o melhor resultado para o mês, desde o início da série histórica, no ano de 1989.

O ano de 2018 começou bem não apenas para exportadores - a indústria brasileira, conforme notícia disponibilizada também pela EBC no mesmo dia, terminou o ano de 2017 com crescimento de 2,5%, após quedas consecutivas nos três anos anteriores. Os indicadores brasileiros de produção industrial, exportações e emprego - que registraram aumentos - sugerem que o país começa a vivenciar de forma mais significativa o processo de recuperação econômica, após o período de crise que levou cerca de 13 milhões de trabalhadores ao desemprego.

Mais sobre o tema - reportagem do canal TVNBR, do Youtube, sobre os resultados da balança comercial brasileira:

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Brasil registra menor inflação desde 1999

De acordo com notícia divulgada pela agência Associated Press, a inflação brasileira está no menor valor desde o ano de 1999 - a informação foi reproduzida também nos veículos UOL Economia e no site da agência EBC. O dado foi levantado pelo IBGE - a informação poderá justificar futuras reduções da taxa de juros, uma vez que, no entendimento do governo, a estabilidade da moeda justifica a expansão do crédito.

Imagem: site Valor Mercado
Em artigo disponibilizado hoje, a agência EBC informa que pequeno aumento nos preços ocorreu em julho, enquanto no mês imediatamente anterior houve deflação (diminuição nos preços). O portal informa que a taxa acumulada de inflação (2,71%, em 12 meses) está abaixo da meta do governo, que é de 4,5%. O preço dos alimentos contribuiu para o processo de deflação, com queda de 0,47% em julho - todavia, houve aumentos nos preços do transporte, por exemplo.

A queda nos preços de alimentos já é a terceira consecutiva - o setor agrícola brasileiro é um das principais responsáveis, no momento, pela geração de empregos e por relativo aquecimento da economia, especialmente na região centro-oeste do país. Em janeiro, a nação também registrou sinais de recuperação da indústria, com expansão de 1,4%: foi o primeiro indicador de crescimento observado para a produção brasileira, após 34 meses de queda. Em abril, a produção automobilística cresceu 18,1%.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Valor Econômico, do Youtube, sobre a queda da inflação no Brasil:

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Preço de imóveis está em queda

Após o prolongado período de aumento nos preços dos imóveis, registrado até 2014, os valores do mercado sofrem redução significativa - conforme reportagem hoje no site oficial do jornal O Estado de S. Paulo, os preços dos imóveis tiveram queda real de 14% neste ano, em comparação com 2015. A crise econômica, e a consequente redução no poder de compra do consumidor brasileiro, contribuem para o quadro.

Ainda de acordo com a reportagem, o índice FipeZap - indicador que acompanha a variação nos preços dos imóveis anunciados no país, criado como parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o portal ZAP, de anúncios para aluguel ou compras no mercado imobiliário - sugere que houve queda de 14% nos preços de imóveis vendidos no Brasil. A queda deverá acompanhar a recessão econômica, até que a demanda volte, em um futuro quadro de recuperação do poder de compra das famílias.

O artigo destaca que, em dezembro de 2016, foi registrada baixa de 5,8% nos preços, em comparação anual. Em reportagem publicada no dia 1º deste mês, no site oficial da revista Exame, é divulgado que houve recuo também nos preços dos aluguéis. Os valores das locações tiveram diminuição de 7,7%, conforme o veículo, em comparação com 2016. Apesar da tendência de queda, algumas cidades tiveram altas nos preços dos aluguéis, como Recife, João Pessoa e Natal. A capital do Rio Grande no Norte teve os maiores aumentos nos aluguéis.

Mais sobre o tema - reportagem do canal oficial da revista Exame, no Youtube, sobre a situação do mercado imobiliário no Brasil:

sábado, 29 de julho de 2017

Desemprego caiu, desde último trimestre

Apesar da grave situação econômica pela qual passa o Brasil, e do alto índice de desemprego, do primeiro semestre de 2017 para o segundo houve um aumento no número de vagas de trabalho. Conforme notícia veiculada pelo canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o fato "foi a primeira queda registrada no nível de desemprego brasileiro desde o ano de 2014". A economia ainda deve levar mais de um ano para apresentar melhorias expressivas, e o aumento no PIB deverá pequeno, até o fim desde semestre, com pequena redução da taxa de desemprego.

A rádio informa que 13,5 milhões de brasileiros ainda estão sem trabalho - o pequeno aumento no número de empregos faz com que o nível de ocupação permaneça quase estável. Do semestre que teve fim em março até o término do segundo, o país registrou a criação de 609 mil postos de trabalho. A reportagem indica que, mesmo com a melhoria pouco significativa, houve aumento inclusive no número de empregos de carteira assinada (formais e com todos os benefícios da legislação trabalhista convencionais). A pequena melhoria pode indicar, também conforme o veículo de comunicação, que o Brasil está dando os primeiros passos para a saída da crise econômica.

De acordo com o FMI conforme reportagem publicada pela revista Veja, as perspectivas de melhoria econômica e consequente aprimoramento do mercado de trabalho para o próximo ano não são otimistas. O organismo internacional rebaixou a previsão de crescimento da economia brasileira de 1,7% para 1,3% - o país deve continuar em trajetória de recuperação, mas em ritmo lento. Um fator que desempenha papel negativo na recuperação da economia é a instabilidade política que aflige o Brasil desde o segundo mandato da última presidência - investidores internacionais buscam países onde há perspectivas de continuidade administrativa e segurança jurídica. A crise do atual governo não contribui para atrair investimentos.

Veja na íntegra - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre a gradual melhoria no mercado de trabalho do Brasil - 609 mil postos de trabalho foram criados, do 1º para o 2º trimestre de 2017:

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Agência Moody's melhora qualificação dos títulos da dívida brasileira

A agência de qualificação do risco de crédito prevê melhoria econômica no Brasil, em 2017

Uma das mais importantes agências de qualificação do risco de investimentos, a Moody's, melhorou um de seus indicadores sobre o Brasil, sugerindo expectativa de recuperação da economia em 2017. Conforme o jornal Folha de São Paulo, a agência "vê recuperação e melhora perspectiva para o Brasil". O portal G1 informa que a avaliação dos títulos da dívida do país foi aprimorada de "negativa" para "estável", o que sugere melhores perspectivas para os próximos trimestres. A agência, todavia, ainda mantém a avaliação de crédito do Brasil como "Ba2", que significa que o país está em categoria de investimentos de "especulação" - sem a mesma confiabilidade para honrar empréstimos que é percebida em nações com quadros econômicos mais estáveis e com menor endividamento.

A notícia é positiva e contraria a avaliação pessimista de outras agências importantes de avaliação de crédito, como a Fitch e a Standard & Poors - ambas rebaixaram a categoria de devedor do país, antes do agravamento da crise política e econômica que levou ao fim do último governo. O endividamento do país continua em escala significativa, mas já existe perspectiva de crescimento modesto do PIB, até o final do ano - fator que contribui para a avaliação positiva. O controle da inflação e a adoção gradual de uma política fiscal mais rigorosa também foram dados que contribuíram para o novo entendimento da Moody's sobre a capacidade do Brasil para honrar dívidas.

Para investidores, a qualificação emitida pela Moody's sinaliza que a economia brasileira está sendo estabilizada e pode se mostrar atraente para empreendimentos. A queda na inflação indica que o poder de compra do mercado consumidor permanecerá estável ou com tendência ao crescimento, e a gradual melhoria do quadro econômico indica que há menos possibilidades de uma mudança repentina de orientações políticas, comum em países que vivenciam crises severas. 

Conforme a Folha de São Paulo, a avaliação da agência, especificamente no que diz respeito à situação política, indica que há maior estabilidade política do que no último ano. O portal G1 acrescenta que, para a Moody's, a política econômica do novo governo mosta sinais de bom funcionamento e o quadro geral sugere solidez das instituições do país. A mudança na avaliação da Moody's é um passo importante na atração de novos investimentos - também é um sinal da gradual saída da crise, já considerada a pior desde 1929.

Veja mais sobre a Moody's - agência eleva nota de crédito da Petrobras:


Mais sobre recuperação da economia - setor agrícola impulsiona saída da crise:

sábado, 1 de abril de 2017

Mercado Imobiliário deverá passar 2017 sem crescimento

O mercado imobiliário brasileiro continua sofrendo as consequências da crise econômica e da perda generalizada no poder de compra, agravada pela inflação - o setor deverá permanecer sem confiança ou crescimento significativo em 2017, tendo sofrido perdas relevantes em 2016. No ano passado, conforme notícia veiculada pelo site jornalístico G1, houve queda média nacional de 3,2% nos preços dos aluguéis, e a situação deverá permanecer a mesma em decorrência da continuidade da inflação e da ineficiência das medidas econômicas adotas pelo atual governo para a superação do problema que á é comparado com a grande depressão da década de 1930.

O site oficial da revista Exame informa que apesar da queda na taxa básica de juros e de outras medidas anunciadas pelo governo para a contenção da crise, ainda não há perspectivas de melhoras no setor ou de elevação da confiança de investidores. A abordagem escolhida pelas companhias é de reduzir o número de recursos que gerem despesas importantes, controlando assim as proporções do passivo e assegurando que as empresas terão condições de honrar dívidas, no quadro de dificuldades econômicas vivenciado pela nação. No ano passado, ainda conforme a revista, no caso da companhia Cyrela, uma das maiores construtoras do país, houve queda de 66% no lucro líquido. As perdas também são vivenciadas por outras companhias do setor - algumas das quais alcançadas por recentes escândalos de corrupção, de que perderam apoio governamental que lhes assegurou crescimento artificial ao longo dos últimos anos.

A página G1 informa com destaque que, ao longo de 2016, o Rio de Janeiro - notório pelos preços elevados de aluguéis ou de aquisição de imóveis - registrou queda de 6,21% nos preços das locações, enquanto Salvador teve perdas de 4,46% e Belo Horizonte registrou uma baixa de 3,53%. O desemprego e a inflação colaboram para a manutenção do quadro ao longo dos próximos meses, levando as maiores companhias a evitarem o início de empreendimentos. Quedas nos preços de imíveis, na cidade que teve a maior elevação de preços nos anos anteriores aos grandes eventos esportivos, podem superar os 30%.

Conforme a reportagem veiculada pela Exame, uma estratégia do governo para atenuar a crise no setor imobiliário é a expansão do programa "Minha Casa, Minha Vida" para cidades menores, com população inferior a cinquenta mil habitantes. Apesar da queda no nível de renda da população brasileira, a administração entende que haverá melhorias na situação econômica até o final de 2017.

Mais sobre o tema - reportagem sobre a queda nos preços dos imóveis e aluguéis, veiculada pelo canal Mundotecnico, no Youtube:

quarta-feira, 29 de março de 2017

Regime venezuelano pede ajuda às Nações Unidas para conter crise humanitária

A República Bolivariana da Venezuela pediu ajuda às Nações Unidas para o fornecimento de remédios e alimentos à população submetida ao regime socialista - Nicolás Maduro, sucessor do comandante Hugo Chávez no controle da república, declarou que a ajuda humanitária "é necessária para a contenção de graves problemas econômicos e sociais pelos quais a Venezuela passa". A população do país latino-americano passa por uma crise de abastecimeno de itens básicos como alimentos, itens de higiene pessoal e artigos médicos, desde o início da década.

Em 2016, a organização não-governamental Anistia Internacional denunciou o regime venezuelano por decreto que instituía sistema equivalente ao de "trabalhos forçados" para toda a população. Segundo a liderança do Estado socialista, a medida tinha como objetivo tentar auxiliar na produção de alimentos, que são escassos e já alcançam preços elevados na economia local, no comércio formal e no mercado negro, que o governo tenta conter. Outros esforços empreendidos pelo regime para evitar uma catástrofe humanitária foram a criação de fazendas estatais e o estabelecimento de cotas de consumo de alimentos por família, mas nenhuma das decisões foi capaz de evitar a atual crise.

O regime socialista não é o primeiro a precisar de auxílio da comunidade internacional - ao longo da década de 2000, a República Democrática Popular da Coreia (Coreia do Norte) também recebeu dezenas de toneladas de alimento, através de programas humanitários da ONU e do governo dos Estados Unidos. O mesmo ocorreu na Etiópia comunista na década de 80, sob o comando do ditador Mengistu Haile Mariam - o regime totalitário foi auxiliado pela campanha "We Are the World", que arrecadou recursos de diversos países com o intuito de aliviar a fome que assolou a população da nação leste-africana.

Em declaração pública sobre o pedido de ajuda às Nações Unidas, Nicolás Maduro qualificou a crise econômica venezuelana como "uma série de problemas econômicos e sociais" e como uma "guerra econômica".

Em vídeo - reportagem da AFP sobre o pedido de ajuda de Nicolás Maduro às Nações Unidas:


Mais sobre o tema - reportagem sobre a crise de alimentos na Venezuela:

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Donald Trump corta regulamentações sobre empresas americanas

O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma executive order - dispositivo similar às "medidas provisórias" - que limita o número de regulamentações estatais sobre a economia americana. Trump determinou que, a partir de agora, para cada regulamentação instituída pelo Estado, duas outras regulamentações deverão ser extintas. A medida foi celebrada por políticos simpáticos à agenda econômica liberal clássica e criticada por políticos do Partido Democrata, alinhados com a esquerda e com a defesa de maior controle estatal sobre os negócios.

Donald Trump declarou que "esse será o maior corte no número de regulamentações econômicas da História dos Estados Unidos. Falamos com donos de pequenos negócios, e eles são grandes pessoas. Eles têm sido representativos da comunidade, a comunidade dos pequenos empreendedores. Se existe uma regulamentação que você queira colocar em vigor, em primeiro lugar, nós não vamos aprová-la, porque a legislação á a efetivou de diversas outras maneiras, em outras circunstâncias. A única forma viável para a criação de novas regulamentações, a partir de agora, será através da extinção de duas outras regulamentações".

A equipe econômica de Donald Trump já sinalizou que pretende conferir todos os benefícios aos pequenos negócios, em particular, através de mais facilidade para as atividades econômicas por meio de menos regulamentações. O objetivo, conforme o presidente dos Estados Unidos, é "acabar com as injustiças e diferenças de tratamento entre grandes corporações e pequenos negócios. Nós vamos simplificar, reduzir e eliminar regulamentações". O novo chefe do Executivo afirmou que as medidas poderão aprimorar a atividade econômica nos Estados Unidos, assim como contribuir para redução nos índices de desemprego.

Trump prometeu também acabar com regulamentações criadas pela administração Obama, impostas sobre instituições financeiras. O novo líder dos EUA declarou que as medidas tomadas por Barack Obama foram uma "fraude" e que não têm qualquer efetividade na prevenção de crises ou no aprimoramento da economia dos Estados Unidos.

Veja na íntegra as declarações de Donald Trump sobre os cortes nas regulamentações sobre atividades de pequenas empresas:

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

CBN News - "Israel possui algumas das melhores tecnologias agrícolas do mundo"

Conforme vídeo publicado pela rede de notícias norte-americana CBN News, Israel possui a agricultura mais bem-desenvolvida do Oriente Médio, e tecnologias que foram capazes de transformar "desertos em Oásis". A reportagem mostra como os israelenses foram capazes de transformar as regiões costeiras (pantanosas) e o interior desértico do país em algumas das áreas mais produtivas do Levante.

De acordo com a CBN News, "antes mesmo de Israel se tornar um Estado, milhares de judeus foram morar lá em agrupamentos rurais conhecidos 'Kibbutz'. Mas quando essas pessoas chegaram à terra prometida, ela não estava 'fluindo com mel e leite'. As planícies costeiras eram tomadas por pântanos. Os montes da Galileia e da Judeia eram rochosos e impróprios para plantações, enquanto a parte sul do país era, em sua maior área, um deserto". Hoje, Israel é uma das nações com áreas mais densamente povoadas e produtivas de todo o Oriente Médio, apesar das condições adversas vivenciada no início do Estado que foi criado após a Segunda Guerra Mundial.

O vídeo explica que, "desde a saída em massa dos judeus de Israel [imposta pelo Império Romano, como parte da perseguição antissemita praticada pelo governo dos césares], a terra aqui foi mal-administrada". O veículo informa que o obetivo dos colonos foi "preservar e restaurar essa Terra Santa". A CBN informa que os agricultores judeus tiveram de trabalhar o solo para possibilitar o cultivo, enfrentar saqueadores beduínos e até mesmo alterar o curso de riachos e drenar pântanos, para o controle da malária - doença transmitida por mosquitos que se reproduziam em grandes quantidades nas áreas colonizadas. Apesar das dificuldades, os agricultores de Israel conseguiram controlar a doença, com êxito tão significativo que trouxe o reconhecimento de organizações internacionais como a Liga das Nações.

A reportagem ainda fala a respeito do sucesso de Israel no desenvolvimento de novos gêneros agrícolas, capazes de sobreviver às condições áridas da região - uma variedade de tomate está entre esses produtos. O país ainda desenvolveu tecnologias agrícolas que são utilizadas até mesmo por nações que mantém políticas antissemitas ou de hostilidade contra o Estado de Israel, como o Paquistão (nação que não têm relações diplomáticas com o país mais próspero do Levante).

Confira na íntegra a reportagem sobre a agricultura israelense, traduzida para português pelo canal Tradutores de Direita, do Youtube:

Mais sobre o tema - tecnologia agrícola de Israel permite dobrar a produtividade:

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Reforma da aposentadoria é criticada por oposição e por governistas

A reforma da previdência, considerada necessária pelo governo e pela oposição, está sofrendo críticas de ambos os grupos - os defensores da tese liberal afirmam que as modificações não alcançam militares e que os gastos governamentais continuarão altos, mesmo com as novas regras, especialmente nos altos cargos da administração pública e nos cargos comissionados, que existem em grande quantidade e com grandes remunerações. Os adversários da proposta afirmam que a mudança pesará mais sobre os trabalhadores com piores condições de renda.

Para os defensores da reforma, a necessidade de mudanças no sistema de aposentadoria é urgente - o governo brasieiro está severamente endividado, e a seguridade social não oferece mecanismos de arrecadação que acompanhem os gastos. Para os reformistas, a comparação com "esquemas Ponzi" é válida - essa modalidade de fraude beneficia seu iniciador absorvendo recursos financeiros de "sócios", que não conseguem recuperar seus recursos com uma prometida continuidade da operação. Ao mesmo tempo, a aposentadoria no Brasil beneficia injustamente os funcionários dos altos cargos da administração pública - com destaque para os ocupantes de empregos estatutários. Os estatutários recebem aposentadoria integral, ao contrário de todos os trabalhadores brasileiros, e os salários desse grupo do funcionalismo público podem alcançar valores superiores a R$25.000,00 reais por mês - muitas vezes mais do que o máximo oferecido pelo INSS. O volume dos gastos nesse mecanismo de aposentadoria é apontado como uma das razões para a superação do endividamento do país.

Os críticos das mudanças, todavia, afirmam que a proposta irá preudicar muito mais os trabalhadores em piores condições financeiras - pessoas com melhores salários poderão beneficiar-se de mecanismos de aposentadoria privada. Para todos os trabalhadores que não estão no modelo "estatutário", a única forma de receber uma aposentadoria similar ao valor recebido pelo salário é através de alternativas em instituições bancárias. O combate ao endividamento do Estado, na opinião dos críticos, também poderia ser conseguido através das reduções dos salários dos cargos mais bem-remunerados do setor público. Críticos e reformistas também sugerem que os benefícios de outras naturezas oferecidos à alta administração são um problema. A proposta de reforma foi qualificada como "drástica", tendo em vista a amplitude das mudanças.

A Rádio Jovem Pan realizou debate sobre o tema - confira na íntegra a discussão sobre a proposta de reforma do sistema de aposentadoria do Brasil:

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

PEC 241 representa avanço no controle do endividamento público e progresso econômico

O projeto aprovado pelo Legislativo, a PEC 241, é mais um dos esforços de controle de gastos por parte do governo federal, e tem por objetivo melhorar a capacidade do Estado de honrar suas dívidas, o que facilita a entrada de investimentos estrangeiros e melhora as qualificações do Brasil em agências de avaliação de risco de crédito - os principais indicadores para empresas que podem injetar recursos no país. O governo realizou gastos excessivos, nos últimos anos, em um processo que resultou em inflação e distanciamento de investidores, por medo da instabilidade econômica - o objetivo do proeto é reverter essa tendência.

Ao menos um vizinho, a Argentina, adotou uma política de contenção de gastos similar. O país, assim como o Brasil, vinha de políticas de expansão de gastos que resultaram em severa desvalorização da moeda, e prejuízos importantes para os consumidores e investidores que atuavam no país. Em geral, a postura resultou em piores condições de vida para a população, com menos poder de compra, e mesmo no fim do governo de esquerda, comandado por Cristina Kirchner. O governo brasileiro tenta reduzir o impacto da crise, através do corte de gastos - a expansão da dívida do Estado resultou em aumento nos preços, em uma depressão econômica e na condição de desemprego para mais de 11 milhões de trabalhadores - situação que não é registrada no país há mais de uma década.

Um dos obetivos do projeto defendido pelo governo é o corte de gastos supérfluos, incluindo a redução no número de "cargos comissionados" - as vagas para atuação no setor público sem a necessidade de concurso. Os cargos comissionados, conforme a oposição de direita, são utilizados, em geral, para indicação de "protegidos", de aliados políticos ou mesmo para a indicação de familiares, através da prática do nepotismo, que é endêmico no Estado brasileiro.

A contenção de gastos públicos e a revalorização da moeda podem ter impacto positivo na economia, como o processo conduzido ao longo da década de 90 demonstrou. O controle do valor da moeda possibilitou a estabilização da economia, a elevação do padrão de vida da população (através do aumento do poder de compra) e o retorno dos investimentos vindos do exterior, responsáveis pela criação de milhares de empregos. O controle da dívida, ainda que parcial, ao longo da década de 2000, também produziu resultados positivos notáveis. Esse processo precisa ser retomado, e o PEC 241 é um dos primeiros passos.

Em vídeo - o que é o PEC 241:

sábado, 15 de outubro de 2016

Bolsa de valores apresenta alta com melhoras da Petrobras

A Bolsa de Valores de São Paulo terminou essa sexta-feira em alta - a razão é a melhoria do cenário externo e a nova política da administração da Petrobras, maior companhia estatal do país, responsável por movimentar a economia de grande número de cidades no litoral da nação. As ações da Petrobras tiveram alta superior a 3%, enquanto a bolsa subiu 1,06% - a atenuação da crise na empresa de economia mista decorre de um grande esforço de reduzir a alavancagem em suas operações, isto é, aumentar seu fluxo de caixa, em proporção aos recursos provenientes da venda de ações. A maior confiança dos investidores na estatal, assim como uma melhora nas previsões de uma possível crise na China, contribuíram para o dia positivo para o mercado brasileiro.

Os valores alcançados pela Bolsa de Valores de São Paulo hoje foram os maiores desde três de setembro de 2014 - a bolsa acumula, no mês de outubro, alta de 5,8%. Os papéis preferenciais da Petrobras tiveram valorização destacada - conseguiram alcançar os maiores níveis desde outubro de 2014. O valor desses títulos chegou a R$16,26. A melhoria da situação da companhia pode ser atribuída à nova gestão, que dá ênfase a reduzir o volume do endividamento, que não conseguia ser compensado com aumento expressivo nos ganhos, em grande medida como consequência da queda internacional nos preços do petróleo e dos altos custos relacionados à exploração do petróleo a grandes profundidades - proposta de atuação da empresa que, até o presente momento, não demonstrou eficácia econômica.

Companhias como as Lojas Americanas, a Embraer, o Bradesco e a CSN também auxiliaram nos resultados positivos observados hoje na Bolsa de Valores. A valorização dessas ações, todavia, é uma pequena notícia favorável, diante do quadro geral de estagnação - a economia brasileira só deverá a crescer de forma mais expressiva no próximo ano. As decisões por controle de gastos públicos contribuem, de modo geral, para a gradual melhora nas percepções dos investidores sobre as vantagens de investimentos no Brasil e sobre a estabilidade do cenário nacional.

Apesar da melhoria no quadro internacional, a situação na China ainda não é de estabilidade -  estima-se que a economia do extremo-leste asiático possa sofrer com uma crise importante, nos próximos anos. Analistas entendem a desaceleração da segunda maior economia do mundo como um sintoma de uma nova bolha, também relacionada com o mercado imobiliário.

Mais sobre o tema - Bolsa em alta, na última semana, em decorrência de políticas de controle do endividamento do Estado:

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Confiança do consumidor subiu, durante o mês de setembro

A confiança dos consumidores brasileiro está melhorando, com as medidas de controle da recessão econômica - a revista Exame informa que dados da Confederação Nacional da Indústria apontam melhoria nos indicadores de confiança na ordem de 1,1%, no último mês de setembro. A CNI informa que os compradores estão mais otimistas com os dados da inflação e com a gradual estabilização nos números do desemprego e com as expectativas referentes à renda.

O indicador, conforme a Exame, subiu 4,2% em relação a setembro do ano passado. As expectativas positivas referentes à inflação aumentaram em 3,6%. Quanto ao desemprego, as percepções do público também melhoraram - melhoria foi de 2,4%. A atitude dos consumidores reflete a gradual estabilização da economia, que, em São Paulo, trouxe uma tímida redução nos níveis de desemprego, entre os meses de julho e agosto - as taxas de desemprego, na região metropolitana, foram de 17,4% para 17,2%, segundo dados do Dieese.

A Fecomercio-SP informa que a redução nas taxas de desemprego deve ser mais expressiva em 2017, o que reforça o entendimento de analistas que preveem maior crescimento da economia brasileira nos próximos semestres. Entre os fatores vistos como os mais positivos para o cenário econômico estão as medidas de contenção de gastos e controle do endividamento público, que melhoram a credibilidade do Estado brasileiro, e a estabilização da política nacional, com a efetivação do impeachment da última Presidência. O desempenho da bolsa de valores oscilou durante o impedimento, mas apresenta comportamento positivo com a decisão sobre a chefia do executivo. A Fecomercio argumenta que obras no setor de infraestrutura serão necessárias no país, e que os resultados oferecidos por empreendimentos desse gênero têm potencial para atrair investidores.

A Agência Brasil, da estatal EBC, mostra que os consumidores ainda estão apreensivos sobre a renda - os indicadores desse critério apresentaram queda de 2,4%. A manutenção das políticas de controle da crise poderão gerar resultados positivos, nos próximos meses, mas o desemprego e a inflação continuam sendo as maiores ameaças à economia brasileira.

Mais sobre o tema - reportagem da Band sobre recuperação da economia:

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Economia deverá apresentar melhores resultados em 2017

A economia brasileira ainda se recupera da crise e não deverá apresentar crescimento em 2016, mas analistas afirmam que a situação deverá ficar melhor no próximo ano - esse é o quadro esperado para 2017, conforme a agência de notícias Reuters e o site jornalístico Notícias Agrícolas.

A agência de notícias informa que os juros devem ser reduzidos no próximo ano, a inflação deverá cair e o crescimento econômico deverá ser melhor - o Brasil passa pela mais severa retração da economia desde o século XX. Desde o início da crise, o desemprego aumentou e ja alcança 11,3% da população economicamente ativa do país - setores ligados à indústria foram os mais afetado, e montadoras de automóveis iniciaram programas de demissões voluntárias. A agência de notícias "Agência Brasil", do Estado, informa que o desemprego atinge mais de 11 milhões de pessoas no país.

A agência Reuters informa que a inflação deverá cair, no próximo ano, de 13,75% para 11,25%. O indicador é importante porque, quanto mais baixa, menor a perda gradual do poder de compra da população , em decorrência da menor velocidade de desvalorização da moeda. Ao mesmo tempo, enquanto no ano de 2016 foi registrada expressiva retração da atividade econômica, agora é esperada alguma melhoria, em 2017 - a economia deverá crescer cerca de 1,3%.

Outro fator que influencia de forma negativa o desempenho econômico do país é a instabilidade política - todavia, o mercado reagiu bem às derrotas políticas da última administração. Analistas esperam melhorias com a gradual estabilização do cenário político nacional e com a adoção de políticas efetivas de controle da situação econômica.

Mais sobre o assunto - Rádio Jovem Pan informa que economia deverá apresentar melhoras no próximo ano, não obstante. melhorias na cenário econômico dependerão de postura do governo para a criação de um ambiente de maior confiança, que estimule empresários a realizarem investimentos no país:

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Elon Musk divulga objetivos de expansão da Tesla - empresário quer estabelecer a maior companhia de energia sustentável do mundo

O empresário e engenheiro Elon Musk - conhecido como "o Tony Stark da vida real", por suas inovações impressionantes nos setores de transportes e criação de tecnologias que utilizam energia sustentável - divulgou os novos objetivos de expansão da Tesla. A empresa, que se dedicava à produção de carros elétricos luxuosos, agora deverá se tornar a maior companhia de energia sustentável - solar - do mundo, através de fusão com a "Solar City", gigante norte-americana do setor, e também passará a investir em setores de transporte associados com a logística e a mobilidade urbana coletiva.

A tesla também deverá, de acordo com Musk, passar a fabricar veículos pesados e de transporte coletivo, como ônibus e caminhões, com o objetivo de alterar a matriz energética de algumas das mais fundamentais fuções do transporte e fazer com que essas atividades tornem-se 100% sustentáveis. O bilionário já declarou, em mais de uma ocasião, que percebe como "principal ameaça existencial à humanidade" a permanência na utilização de combustíveis fósseis - partindo dessa percepção, o proprietário da Testla decidiu revolucionar os principais setores da logística urbana e industrial.

O canal de notícias CNET declara que "veículos elétricos de transporte de carga, elétricos e sem a necessidade de um piloto, da Tesla poderão, em breve, estar entregando encomendas nas residências dos Estados Unidos. É praticamente inevitável, na visão de Elon Musk, que a maioria dos veículos individuais e coletivos torne-se 'autônoma' (isto é, os carros passarão a operar sem a necessidade de um condutor, através de sensores de distância e de inteligência artificial) em um futuro próximo. Musk quer tornar os sistemas de pilotagem automática dez vezes mais seguros do que a direção convencional, com condutor".

A visão do empresário vai além disto: "Musk quer que os carros tornem-se ligados a seus proprietários através de aplicativos, e que os veículos possam aproximar-se de onde o dono está com apenas um toque no programa. Os veículos auto-pilotados ainda poderão ser interigados a aplicativos como o Uber, para que sejam explorados economicamente, quando o motorista não os estiver utilizando, de modo que possuir um carro será ate mesmo uma fonte de renda extra".

Confira a reportagem sobre os novos projetos de Elon Musk para a Tesla, a energia sustentável e a logística:

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Sistema tributário brasileiro fica mais hostil a empresários

Com a criação do ICMS interestadual, boa parte das empresas que trabalhavam com compras pela internet passaram a abandonar o sistema, pela necessidade de pagamento de três impostos - agora, os comerciantes deverão pagar o ICMS estadual, o ICMS interestadual e, em alguns casos, o fundo pobreza. A criação do novo tributo é vista como um grave impecílio aos negócios no Brasil, e mais um problema somado ao já complexo e sufocante ambiente de negócios do país.

34% das empresas que comercializavam pela Internet
encerraram as vendas.
Imagem: Revista PEGN
Conforme reportagem veiculada pelo Jornal da Globo, as microempresas, que representam 80% do total das companhias que realizam vendas pela internet, serão as mais atingidas pela nova regra. Das empresas que utilizavam a modalidade de comércio, 34% suspenderam as vendas. 84% das empresas que sobreviveram à medida agora precisam lidar com aumentos nos custos. O aumento da burocracia e a necessidade do pagamento das taxas em caixas de bancos levou ao atraso de 67% de entregas de todas as vendas realizadas através da internet.

A medida tomada pelo governo petista pode ser um tiro no pé - em uma situação na qual a dívida brasileira apenas aumenta, mais restrições à atividade econômica podem significar mais empresas sendo fechadas, mais pessoas perdendo seus empregos e menos companhias robustas, garantindo arrecadação ao Estado. Em meio à crise, a restrição ainda maior à vida econômica do país pode apenas ser vista como uma decisão suicida.

Diante da crise, a população brasileira organiza protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff - manifestações foram marcadas para o próximo dia 13, e deverão ocorrer nas capitais de todos os estados do Brasil. A atual crise econômica é considerada a mais grave que o Brasil já viveu desde a Grande Depressão da década de 1930.

34% das empresas de e-commerce suspenderam suas atividades
34% das empresas de e-commerce suspenderam suas atividades por conta da nova forma de tributação.Lixo de governo...Curta João Lima e Movimento Contra Corrupção
Publicado por João Lima em Terça, 16 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Desemprego cai para 4,9% nos EUA

De acordo com matéria publicada hoje no site de notícias G1, os Estados Unidos alcançaram em janeiro de 2016 o menor índice de desemprego desde 2008 - 4,9%. O dado é sintoma da recuperação vivida pela economia da nação norte-americana, que também está sendo beneficiada pelo impacto das grandes reservas de xisto betuminoso do país no mercado da energia, internacionalmente: o uso do xisto também está influenciando de forma significativa o preço internacional do petróleo.

Imagem: Globonews
A agência também informa que, apenas no mês passado, foram criados 151 mil empregos no país, enquanto dezembro teve um aumento superior a 250 mil novas vagas. O setor industrial foi beneficiado pelo aumento no número de empregos: foram criados 29.000 novos postos de trabalho. O setor de mineração, assim como o setor de serviços, todavia, foram afetados com reduções no número de postos de trabalho.

A economia americana ainda poderá influenciar mais significativamente o preço internacional do petróleo - conforme o veículo de comunicação CNBC, a administração Obama poderá aplicar, em breve, novas regulamentações tributárias sobre as empresas petrolíferas. A queda internacional nos preços do petróleo, atualmente, contribui para o quadro de recessão na América Latina, onde países como o Brasil, o México, a Bolívia e a Venezuela sofrem com a retração.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Joice Hasselmann: FIESP apoia o impeachment de Dilma Rousseff

De acordo vídeo publicado pela jornalista Joice Hasselmann hoje, na rede social Facebook, a Federação da Indústria do Estado de São Paulo agora apoia a derrubada do governo de Dilma Rousseff através do impeachment. A FIESP é a maior federação da indústria do Brasil - as federações similares, em geral, são favoráveis ao governo petista, mas o país vê a gradual tomada de posição das organizações a favor da queda da atual administração, responsável pela mais grave crise que o país já passou desde a década de 1930.
"Pixuleco" representando Dilma: agora FIESP se junta à
campanha pelo impeachment da presidente
Imagem: Correio do Pantanal

O país encontra-se em recessão, que será, conforme avaliação da agência Standar & Poors, pior do que a que afeta os demais países da América Latina. A retração brasileira será de 0,3%, enquanto a estimativa para o encolhimento da economia regional é de 0,2% - a Petrobras, que acumulou prejuízos após anos de uma política de preços desastrosa mantida pelo governo federal, sofre também com a queda dos preços internacionais do petróleo e com o escândalo de corrupção, no qual o Partido dos Trabalhadores teria usado recursos da estatal em suas campanhas.

A decisão, conforme a colunista, ocorreu após ondas de demissões e de falências de grande quantidade de empresas, no território Brasileiro. A indústria automobilística nacional é uma das que mais sofrem com a atual crise: de acordo com a revista Exame, o setor encolheu mais de 25%, apenas no ano de 2015. Para Joice Hasselmann, a decisão de apoiar o fim do regime petista pela FIESP é "uma resposta à demanda das ruas e da grande maioria dos brasileiros, que não suportam mais a crise e o aumento nas filas de desempregados".

Vídeo publicado por Joice Hasselmann:


Pessoal, como disse a vocês, a notícia da decisão da FIESP de apoiar o impeachment foi trazida por mim aqui para vocês no dia 14 de dezembro. Espie no vídeo abaixo. Mas agora que a imprensa em geral resolveu fazer barulho, fica a pergunta: será que as demais Federações e Associações seguirão o exemplo da FIESP e CIESP e terão a mesma atitude nos demais Estados do Brasil?
Publicado por Joice Hasselmann em Quarta, 3 de fevereiro de 2016

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...