quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Depósito de armas é encontrado em cidade dominada por jihadistas na Síria - televisão estatal russa acusa EUA de colaboração com ISIS

Um depósito de armas de fabricação norte-americana foi encontrado na cidade de Aleppo, na Síria - território está sob ocupação do grupo terrorista Estado Islâmico. De acordo com a rede de comunicação estatal russa "Russia Today", as armas foram fornecidas pelo governo dos Estados Unidos. O veículo acusa a administração de Barack Obama de colaborar com os extremistas islâmicos para a derrubada do regime do ditador Bashar al-Assad, aliado de Vladimir Putin no Oriente Médio.

Conforme o canal "Russia Today", "uma gravação do depósito de armas foi divulgada na internet - o vídeo mostra morteiros, armas anti-tanque e granadas. O material bélico estava estocado em conjunto com quantidade grande de armas e munições de fabricação ocidental (a maioria, de itens fabricados nos Estados Unidos)". O lote de armamentos foi, segundo o RT, abandonado pelos jihadistas em uma área recém-conquistada pelas forças leais a Bashar al-Assad na cidade de Aleppo, no bairro de Bani Zaid. Entre os dispositivos militares, também estavam armas de fabricação alemã e tcheca, como morteiros e lançadores de granadas similares ao armamento "RPG".

O governo russo acusa os Estados Unidos sob a administração de Barack Obama de cooperarem com os movimentos jihadistas para a deposição da ditadura de Bashar al-Assad, que é vista como a principal aliada da Federação Russa na região do levante. A Rússia também afirma que os EUA auxiliam a Arábia Saudita no conflito - a monarquia absolutista defende a expansão das forças extremistas ligadas à vertente sunita do islã, que são maioria. O regime de Bashar al-Assad é considerado favorável à vertente xiita do islã, e possui relações militares e políticas com a República Islâmica do Irã, outra aliada histórica da Rússia.

A Rússia entrou no conflito sírio ao lado das forças governamentais, e desde o início da intervenção, Bashar al-Assad conseguiu impor grande número de baixas ao Estado Islâmico. O movimento fundamentalista, por sua vez, começou a dar mais ênfase à sua expansão no norte da África, onde as forças internacionais não atual de maneira eficaz contra os jihadistas, que já controlam grandes partes da costa da Líbia, regiões no interior da Nigéria. no norte do Egito e na Somália.

Assista à filmagem divulgada pelo canal "Russia Today":

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Elon Musk divulga objetivos de expansão da Tesla - empresário quer estabelecer a maior companhia de energia sustentável do mundo

O empresário e engenheiro Elon Musk - conhecido como "o Tony Stark da vida real", por suas inovações impressionantes nos setores de transportes e criação de tecnologias que utilizam energia sustentável - divulgou os novos objetivos de expansão da Tesla. A empresa, que se dedicava à produção de carros elétricos luxuosos, agora deverá se tornar a maior companhia de energia sustentável - solar - do mundo, através de fusão com a "Solar City", gigante norte-americana do setor, e também passará a investir em setores de transporte associados com a logística e a mobilidade urbana coletiva.

A tesla também deverá, de acordo com Musk, passar a fabricar veículos pesados e de transporte coletivo, como ônibus e caminhões, com o objetivo de alterar a matriz energética de algumas das mais fundamentais fuções do transporte e fazer com que essas atividades tornem-se 100% sustentáveis. O bilionário já declarou, em mais de uma ocasião, que percebe como "principal ameaça existencial à humanidade" a permanência na utilização de combustíveis fósseis - partindo dessa percepção, o proprietário da Testla decidiu revolucionar os principais setores da logística urbana e industrial.

O canal de notícias CNET declara que "veículos elétricos de transporte de carga, elétricos e sem a necessidade de um piloto, da Tesla poderão, em breve, estar entregando encomendas nas residências dos Estados Unidos. É praticamente inevitável, na visão de Elon Musk, que a maioria dos veículos individuais e coletivos torne-se 'autônoma' (isto é, os carros passarão a operar sem a necessidade de um condutor, através de sensores de distância e de inteligência artificial) em um futuro próximo. Musk quer tornar os sistemas de pilotagem automática dez vezes mais seguros do que a direção convencional, com condutor".

A visão do empresário vai além disto: "Musk quer que os carros tornem-se ligados a seus proprietários através de aplicativos, e que os veículos possam aproximar-se de onde o dono está com apenas um toque no programa. Os veículos auto-pilotados ainda poderão ser interigados a aplicativos como o Uber, para que sejam explorados economicamente, quando o motorista não os estiver utilizando, de modo que possuir um carro será ate mesmo uma fonte de renda extra".

Confira a reportagem sobre os novos projetos de Elon Musk para a Tesla, a energia sustentável e a logística:

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Canal "Terça Livre" realiza hangout sobre o projeto "escola sem partido"

O canal do Youtube Terça Livre sediou um hangout sobre o projeto "escola sem partido" - lei que poderá proibir a doutrinação político-ideológica nas escolas do país. O hangout contou com a presença de integrantes do movimento conservador como Olavo de Carvalho - o autor teceu sérias críticas aos comentários realizados por intelectuais brasileiros sobre o projeto, como Leandro Karnal.

Na opinião do jornalista e filósofo, "as ideias do projeto são absolutamente louváveis, mas os críticos da lei querem apresentá-la como o contrário do que ela é. É uma proposta que assegurará a liberdade de expressão dos alunos e impedirá abusos motivados por orientação política. Personalidades como Leandro Karnal colocam a lei como se fosse o oposto, e tentam apresentar as ideias do projeto como se fossem suas, em uma estratégia retórica de inversão dos fatos".

O escritor, assim como outros integrantes do movimento conservador brasileiro, denunciam constantemente a chamada "estratégia gramsciana" utilizada pelos partidos de esquerda nacionais para a conquista do poder. De acordo com a oposição de direita, o movimento socialista tenta realizar uma "conquista de espaços" nos veículos de comunicação e no sistema educacional, para tentar estabelecer uma hegemonia cultural de esquerda e impedir qualquer ataque a seus projetos. Para os defensores do projeto "escola sem partido", a nova regra poderia reduzir o impacto da doutrinação marxista sobre os estudantes.

Assista ao hangout sobre o "escola sem partido" na íntegra:

Paulo Eduardo Martins publica vídeo em apoio ao projeto "escola sem partido"

O deputado conservador Paulo Eduardo Martins, conhecido por suas severas críticas aos governos do Partido dos Trabalhadores, publicou vídeo onde defende a aprovação do projeto "escola sem partido", que tem como objetivo o fim da doutrinação marxista nas escolas. Para o parlamentar, a ideologia dos partidos e movimentos de massa de esquerda é totalitária, e por isso as siglas que apoiam o governo deposto se posicionam contrariamente à lei, que assegura o ensino imparcial.

Paulo Martins destaca que o projeto "obriga as escolas públicas e particulares a fixarem cartazes com os seguintes deveres dos professores: não abusar da inexperiência dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para essa ou aquela corrente ideológica, política ou partidária; não favorecer nem prejudicar os alunos, em razão de suas convicções políticas, ideológicas, religiosas ou morais". Para o parlamentar, a medida asseguraria maiores obstáculos à estratégia gramsciana adotada pelos movimentos populistas brasileiros.

O deputado e jornalista afirma que "aqueles que praticam a doutrinação marxista e aqueles que se beneficiam politicamente com essa conduta estão, obviamente, contra o projeto de lei. É fácil entender porque o Partido dos Trabalhadores e o Sindicato dos Professores estão contra essa ideia". Paulo Martins foi um dos principais políticos a apoiarem o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e também defende bandeiras como o PL 3722 e uma maior liberalização da economia brasileira.

Assista ao comentário de Paulo Eduardo Martins na íntegra:

Governo da Venezuela institui trabalhos forçados para a população, em esforço para conter a crise alimentar

O governo socialista da República Bolivariana da Venezuela instituiu um regime de trabalhos forçados para a população, com o objetivo de combater a grave crise alimentar que afeta o país. A crise de abastecimento começou ainda durante o governo de Hugo Chávez, e agora está em uma de suas fases mais dramáticas, com a decisão de Nicolás Maduro que pode realocar trabalhadores dos setores público ou provado para o trabalho no campo. A medida foi duramente condenada pela organização não-governamental Anistia Internacional.

Conforme a Anistia Internacional, "a nova medida efetivamente implanta os trabalhos forçados para a população. A decisão é contrária à ordem jurídica vigente e possui eficácia quesitonável". A organização comparou a instituição dos trabalhos forçados para conter a crise alimentar com "utilizar band-aid para tratar de uma fratura na perna". Veículos de comunicação internacionais compararam a decisão às políticas colocadas em vigência por outros líderes marxistas, como Josef Stalin e Mao Zedong. Os dois líderes comandaram sistemas baseados na implantação de trabalhos forçados em fazendas coletivas e em redes de campos de concentração. 

O canal de notícias CNN informa que a nova regra em vigência na "República Bolivariana" permitirá ao governo forçar os cidadãos a trabalharam por até 60 dias - e esse período pode ser ampliado, se o regime socialista entender que há necessidade para tanto. O veículo de comunicação ressalta que a crise alimentar e de abastecimento em geral teve início após as nacionalizações conduzidas por Hugo Chávez, antecessor de Maduro.

Assista à reportagem da CNN sobre a implantação do regime de trabalhos forçados na Venezuela socialista:

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