segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Educadores recomendam redução no tempo de TV para crianças

Conforme artigo disponibilizado no site oficial do programa de educação Como Educar Seus filhos, idealizado pelo professor e coordenador pedagógico Carlos Nadalim, a redução no tempo de exposição à TV pode trazer resultados positivos para as crianças. O veículo informa que a redução no tempo de televisão pode ajudar a conter distúrbios do sono, problemas de peso, atenção e mesmo a compulsão por videogames.
Imagem: site Go Overseas

O sistema de adução por homeschooling destaca que os famosos "aplicativos educacionais" também possuem baixa eficácia, no aprendizado dos mais jovens. O Como Educar Seus Filhos destaca que a educação clássica, em sala de aula ou em um ambiente específico, com a presença do moderador que conhece o tema (o professor) traz resultados, em geral, mais significativos. Conforme o artigo, "a criança precisa da mediação humana para que possa processar de modo eficaz as informações que recebe do mundo exterior".

O professor Carlos Nadalim já destacou, em alguma de suas exposições, a eficácia da transmissão do conhecimento através de métodos como a música, ensinada diretamente por professores. O pedagogo, durante a explicação, pode esclarecer o uso correto de cada expressão ou palavra ainda desconhecida pela criança, bem como é capaz de traduzir o sentido preciso de cada recurso linguístico. O professor também é, na concepção do autor, importante no processo de aprendizado das regras gramaticais, que são complexas e possuem sutilidades que muitas vezes não são alcançadas por aplicativos.

Na visão dos autores do portal Como Educar Seus Filhos, a televisão também acaba levando a criança ao acúmulo de energia, através do sedentarismo, o que pode resultar em comportamentos identificados com a hiperatividade. Na concepção do programa educacional, "a relação com a hiperatividade é explicada pelo acúmulo de energia ocorrido durante a exposição à tela. O tempo de inatividade da criança é posteriormente 'compensado' com um excesso de atividade e agitação".

Mais sobre o tema - Carlos Nadalim discute o impacto da televisão e outras mídias eletrônicas na formação, atenção e comportamentos das crianças:

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Brasil registra menor inflação desde 1999

De acordo com notícia divulgada pela agência Associated Press, a inflação brasileira está no menor valor desde o ano de 1999 - a informação foi reproduzida também nos veículos UOL Economia e no site da agência EBC. O dado foi levantado pelo IBGE - a informação poderá justificar futuras reduções da taxa de juros, uma vez que, no entendimento do governo, a estabilidade da moeda justifica a expansão do crédito.

Imagem: site Valor Mercado
Em artigo disponibilizado hoje, a agência EBC informa que pequeno aumento nos preços ocorreu em julho, enquanto no mês imediatamente anterior houve deflação (diminuição nos preços). O portal informa que a taxa acumulada de inflação (2,71%, em 12 meses) está abaixo da meta do governo, que é de 4,5%. O preço dos alimentos contribuiu para o processo de deflação, com queda de 0,47% em julho - todavia, houve aumentos nos preços do transporte, por exemplo.

A queda nos preços de alimentos já é a terceira consecutiva - o setor agrícola brasileiro é um das principais responsáveis, no momento, pela geração de empregos e por relativo aquecimento da economia, especialmente na região centro-oeste do país. Em janeiro, a nação também registrou sinais de recuperação da indústria, com expansão de 1,4%: foi o primeiro indicador de crescimento observado para a produção brasileira, após 34 meses de queda. Em abril, a produção automobilística cresceu 18,1%.

Mais sobre o tema - reportagem do canal Valor Econômico, do Youtube, sobre a queda da inflação no Brasil:

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Preço de imóveis está em queda

Após o prolongado período de aumento nos preços dos imóveis, registrado até 2014, os valores do mercado sofrem redução significativa - conforme reportagem hoje no site oficial do jornal O Estado de S. Paulo, os preços dos imóveis tiveram queda real de 14% neste ano, em comparação com 2015. A crise econômica, e a consequente redução no poder de compra do consumidor brasileiro, contribuem para o quadro.

Ainda de acordo com a reportagem, o índice FipeZap - indicador que acompanha a variação nos preços dos imóveis anunciados no país, criado como parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o portal ZAP, de anúncios para aluguel ou compras no mercado imobiliário - sugere que houve queda de 14% nos preços de imóveis vendidos no Brasil. A queda deverá acompanhar a recessão econômica, até que a demanda volte, em um futuro quadro de recuperação do poder de compra das famílias.

O artigo destaca que, em dezembro de 2016, foi registrada baixa de 5,8% nos preços, em comparação anual. Em reportagem publicada no dia 1º deste mês, no site oficial da revista Exame, é divulgado que houve recuo também nos preços dos aluguéis. Os valores das locações tiveram diminuição de 7,7%, conforme o veículo, em comparação com 2016. Apesar da tendência de queda, algumas cidades tiveram altas nos preços dos aluguéis, como Recife, João Pessoa e Natal. A capital do Rio Grande no Norte teve os maiores aumentos nos aluguéis.

Mais sobre o tema - reportagem do canal oficial da revista Exame, no Youtube, sobre a situação do mercado imobiliário no Brasil:

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Oposição afirma que 14 pessoas morreram durante protestos na Venezuela, no último domingo

Durante manifestações ocorridas na Venezuela, no último domingo, conforme movimentos de oposição, 14 pessoas morreram em decorrência de conflitos violentos entre as forças de apoio ao regime de Nicolás Maduro e rebeldes. O governo socialista, sucessor de Hugo Chávez, é acusado de tentar ampliar seus poderes através da nova assembleia constituinte, que foi aprovada através da votação, qualificada por observadores internacionais como "fraudulenta". O governo dos Estados Unidos qualificou Maduro como "ditador". O governo do país socialista é acusado de perseguir oposicionistas políticos, cercear a liberdade de imprensa, promover assassinatos de opositores e de ser o principal responsável pela crise de abastecimento pela qual passa o país, já identificada como uma das maiores crises humanitárias atuais da América Latina.

Conforme reportagem divulgada hoje pelo canal Terça Livre, do Youtube, "o número de mortos em meio aos protestos contra a eleição da assembleia constituinte, na Venezuela, pode ter chegado a 14 pessoas, neste domingo. O Ministério Público [da Venezuela] reconhecia oficialmente nove vítimas fatais, mas relatos da imprensa independente apontam ao menos mais cinco pessoas que teriam perdido suas vidas" em decorrência de brutalidade policial.

O veículo de comunicação acrescenta: "o ditador Nicolás Maduro, que foi um dos primeiros a votar, às seis horas da manhã, afirmou que a nova constituição trará 'tranquilidade e paz para o país'. As mortes denunciadas pela oposição teriam sido responsabilidade dos 'coletivos': forças paramilitares apoiadas pela ditadura de Nicolás Maduro". A reportagem informa que, entre as vítimas fatais, haveria dois menores de idade. Até o dia 21 de julho de 2017, conforme o site oficial do jornal Folha de São Paulo, 100 pessoas teriam sido mortas em oposição ao governo, desde o início da atual onda de protestos pelo fim do regime socialista. O número total de presos, por participação em manifestações contrárias a Maduro, já superaria os cinco mil.

A oposição acusa Maduro de tentar promover, através de uma nova mudança na constituição da Venezuela, o aumento de seu poder. O regime socialista estaria tentando expandir o controle do Estado sobre os veículos de comunicação privados, restringir a ação de parlamentares para controle do Executivo e eliminar oposições que ainda possam existir dentro do Judiciário do país às iniciativas do governo chavista.

Veja na íntegra - reportagem do canal Terça Livre sobre mortes em protestos na Venezuela:

sábado, 29 de julho de 2017

Desemprego caiu, desde último trimestre

Apesar da grave situação econômica pela qual passa o Brasil, e do alto índice de desemprego, do primeiro semestre de 2017 para o segundo houve um aumento no número de vagas de trabalho. Conforme notícia veiculada pelo canal oficial da Rádio Jovem Pan, no Youtube, o fato "foi a primeira queda registrada no nível de desemprego brasileiro desde o ano de 2014". A economia ainda deve levar mais de um ano para apresentar melhorias expressivas, e o aumento no PIB deverá pequeno, até o fim desde semestre, com pequena redução da taxa de desemprego.

A rádio informa que 13,5 milhões de brasileiros ainda estão sem trabalho - o pequeno aumento no número de empregos faz com que o nível de ocupação permaneça quase estável. Do semestre que teve fim em março até o término do segundo, o país registrou a criação de 609 mil postos de trabalho. A reportagem indica que, mesmo com a melhoria pouco significativa, houve aumento inclusive no número de empregos de carteira assinada (formais e com todos os benefícios da legislação trabalhista convencionais). A pequena melhoria pode indicar, também conforme o veículo de comunicação, que o Brasil está dando os primeiros passos para a saída da crise econômica.

De acordo com o FMI conforme reportagem publicada pela revista Veja, as perspectivas de melhoria econômica e consequente aprimoramento do mercado de trabalho para o próximo ano não são otimistas. O organismo internacional rebaixou a previsão de crescimento da economia brasileira de 1,7% para 1,3% - o país deve continuar em trajetória de recuperação, mas em ritmo lento. Um fator que desempenha papel negativo na recuperação da economia é a instabilidade política que aflige o Brasil desde o segundo mandato da última presidência - investidores internacionais buscam países onde há perspectivas de continuidade administrativa e segurança jurídica. A crise do atual governo não contribui para atrair investimentos.

Veja na íntegra - reportagem da Rádio Jovem Pan sobre a gradual melhoria no mercado de trabalho do Brasil - 609 mil postos de trabalho foram criados, do 1º para o 2º trimestre de 2017:

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